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fevereiro 19, 2014

G.I. BLUES - Análise Histórica/History Part 2



A verdadeira medida da atração que um ator tem para o público é vista na sondagem anual feita pela Motion Picture Herald’s sobre os Filmes em Exibição – onde nomeiam as suas primeiras dez estrelas cinematográficas. Elvis só tinha aparecido nessa tabela antes em 1957, no quarto lugar, depois de Rock Hudson, John Wayne e, curiosamente, Pat Boone. A sua ausência de Hollywood durante o seu serviço militar sem dúvida foi responsável pela sua não aparição nessa tabela entre 1958 e 1960, mas voltou outra vez a aparecer nos anos sucessivos de 1961-1966, chegando ao 5º lugar em 1962. Claro que isto foi durante o seu período cinematográfico mais prolífico. Porém, depois de 1966, com uma nova era em Hollywood e uma nova raça de estrelas no horizonte, Elvis nunca mais viria a surgir nesta tão importante tabela.

Em G.I. Blues Elvis foi bastante discreto e profissional. A sua transição de indivíduo rebelde para um extrovertido divertido foi bastante profissional. Com o sucesso do filme, este tipo de caracterização inevitavelmente marcou a base para projetos futuros. Se ao menos Elvis tivesse insistido em adquirir argumentos dramáticos bem como trabalhos mais leves, então talvez o declínio da sua carreira cinematográfica nunca tivesse chegado a acontecer.

The true measure of an actor’s box-office appeal is seen in the Motion Picture Herald’s annual poll of Film Exhibitors – their own top ten stars of the movies. Elvis had only previously figured in their charts in 1957, at number four, after Rock Hudson, John Wayne and, curiously, Pat Boone. His protracted absence from Hollywood during army service was no doubt responsible for his non-appearance in those charts from 1958-1960, but he was placed again in each successive year from 1961-1966, peaking at number five in 1962. This was, of course, during his most prolific film-making period. Alas, after 1966, with a new dawn in  Hollywood and a new  breed of stars on the  horizon, Elvis was never again to  figure in this all-important star chart.

In G.I. Blues Elvis was very smooth and professional. His transition from rebellious individual to cheerful, extrovert was highly professional. With the success of the film, this type of characterization inevitably became the blueprint for future projects. If only Elvis had insisted on acquiring dramatic scripts as well as light-hearted properties, then perhaps the decline of his film career might never have occurred.






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