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dezembro 17, 2013

Elvis Presley após o exercito/Elvis Presley after Army



Com o final da carreira militar de Elvis, parecia haver relutância em abadonar a farda de uma vez por todas. Algumas semanas apenas após o seu regresso aos Estados Unidos, vindo da Alemanha, Elvis apareceu no programa televisivo patrocinado pela Timex e Frank Sinatra, Welcome Home, Elvis. No número de abertura, um Elvis obviamente nervoso entrou em palco e, juntamente com todos os outros convidados, apropriadamente cantou It’s Nice to Go Travelling. Neste momento, houve várias referências ao seu período no exercito. Tudo coisas inofensivas, mas era como se houvesse uma necessida de de mostrar aos telespectadores americanos que “este rapaz” tinha cumprido a sua obrigação para com o seu país. Para sermos justos para com Elvis, isto era a mais pura verdade. Nunca se havia queixado por ter sido recrutado, ou sobre o fato que a sua prolongada ausência do show business podia mesmo acabar com a sua carreira para sempre. Aparentemente ele podia ter optado pelos Serviços Especiais onde, como artista, poderia ter tido a vida muito mais facilitada, viajado pelo mundo e dado concertos às tropas. No entanto, Elvis escolheu não fazer isto – desejou desempenhar as suas obrigações exatamente da mesma forma que qualquer outro soldado e não esperou receber nenhum tratamento especial.




With the resumption of Elvis’s career after his army service, there seemed to be a reluctance to shed the military uniform once and for all. Only weeks following his return from Germany to the United States, Elvis appeared on the Frank Sinatra/Timex-sponsored TV show, Welcome Home, Elvis. In the opening spot, an obviously nervous Elvis walked on stage in full dress uniform and sang, along with the rest of gathered guests, the appropriate It’s Nice to Go Travelling. At this point, there were several jibes about his army days (for example, Joey Bishop – “Where the heck are his sideburns?”). All harmless stuff in itself, but it was as if there was a real need to display to prime-time American viewers that “this boy” had done his bit for his country. To be fair to Elvis, this was perfectly true. Never once had he complained about being drafted, or what his lengthy absence from show business might conceivably end his career forever. He could apparently have opted for the Special Services, whereby as an entertainer, he would have had a much easier time, travelling the world, performing concerts for the forces. Elvis, however, chose not to do this – he wished to perform his duties in exactly the same way as any other draftee, and expected no preferential treatment.
 

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