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julho 13, 2010

Entrevista com Barbara Leigh - Namorada de Elvis




Barbara Leigh nasceu em Ringgold, na Georgia. Ringgold faz fronteira com Chattanooga, no Tennessee. Aos 19 anos, Barbara e a sua família mudaram-se para Los Angeles, na Califórnia. Foi aí que começou a trabalhar como enfermeira e criou o seu filho. Divorciou-se pouco tempo depois e estabeleceu-se como mãe solteira. O seu primeiro trabalho comercial foi para a Coca-Cola. Participou em vários filmes e foi convidada em inúmeros programas de televisão. Publicou um livro, intitulado The King, McQueen and The Love Machine (O Rei, McQueen e a Máquina do Amor), onde revela os seus romances com Elvis, McQueen e James Aubrey, o chefe dos estúdios da MGM. Barbara deu uma entrevista para o site ElvisPresleyNews, em que aceitou responder às perguntas bem íntimas de Lea Fryman sobre pormenores relacionados com Elvis entre os lençóis.



Como conheceu Elvis?
Conheci-o em Las Vegas com Jim Aubrey, quando este (eu tratava-o por James) me levou para ver o seu espetáculo no Hilton. Fomos convidados até aos bastidores para conhecer o Rei. Jim Aubrey era o presidente dos estúdios da MGM e foi ele quem produziu o filme That’s The Way It Is, uma espécie de documentário com Elvis. Nem podia acreditar que ia conhecê-lo, pois SEMPRE o tinha amado, desde a primeira vez que o tinha visto no Ed Sullivan Show. Acho que andava no 2º. ou no 3º. ano, mas já sabia o suficiente para saber que o homem que estava vendo era especial. Tentei imitar alguns dos seus movimentos, mas fui logo mandada para a cama.

Elvis estava trocando de roupa, por isso, não apareceu logo na sala principal. Sentei-me no meio da sala, a uma mesa redonda, ao lado de Chris Nelson, a mulher de Rick e do Jim Aubrey. A sala tinha muita gente, quase só celebridades e amigos que vieram prestar os seus respeitos ao Rei. O Jim Aubrey e Chris levantaram-se para falar com outras pessoas na sala e deixaram-me sozinha à mesa. Eu tinha as costas viradas para a porta que dava para o quarto onde Elvis estava trocando de roupa. Senti uma presença, virei-me e vi Elvis sentado numa cadeira me olhando diretamente nos olhos. Nunca desviou o olhar, nem sequer para cumprimentar alguém, só olhava para mim, exceto mais tarde, quando James se aproximou e nos interrompeu.

Perguntou como me chamava, fez-me inúmeros elogios e perguntou-me se me podia telefonar. Claro que eu estava absolutamente encantada e disse que sim. Ao mesmo tempo ele entregou-me um lápis muito pequenino e um pedaço de papel por baixo da mesa. Escrevi rapidamente o meu número de telefone e devolvi-lhe. Enquanto isso acontecia, as nossas mãos tocaram-se, ele apertou-me a mão e sorriu-me ao mesmo tempo. Senti-me como se um relâmpago me tivesse percorrido todo o corpo.



Senti que se tivesse morrido naquele momento, teria morrido feliz, pois tinha conhecido o Rei e ele tinha-me apertado a mão. Jim Aubrey deve ter sentido a atração entre Elvis e eu e quis que fôssemos embora. Nem me queria mexer; precisava que me beliscassem para saber que estava viva, pois parecia estar em transe. Elvis era deslumbrante, o homem MAIS lindo que vi na vida. E quando sorria, todo o mundo se iluminava para mim. Foi cortês com o James e convidou-nos para voltarmos a ir ver o seu espetáculo. Elvis foi e será para SEMPRE o Rei para mim, de todas as formas. A sua amabilidade e amor pelos outros é um legado para todos nós!

Ele partia sempre do pressuposto que uma mulher queria ter sexo com ele?
Acho que Elvis não era o tipo de homem para pensar que todas as mulheres queriam ter sexo com ele. Se ele quisesse ter sexo com uma mulher, ela apercebia-se bem disso e se o sentimento fosse mútuo, então ele trabalhava nesse sentido. Talvez todas as mulheres que ele conheceu quisessem ter sexo com ele, mas duvido que o tenha feito, pois mais para o final ele não se interessava tanto por sexo, mas mais por religião, ensinar e partilhar os seus pensamentos com quem quer que estivesse disposto a escutá-lo. Adorava fazer o papel do professor, de partilhar o seu saber acumulado dos vários livros preferidos que tinha com os seus alunos.

Ele era sádico ou passivo quando fazia amor?
Como amante, posso dizer com toda a sinceridade que Elvis não era nem sádico nem passivo. Era um homem que fazia amor com a mulher com quem estivesse no momento, e era um amante apaixonado quando o queria ser. Foi o homem que MELHORES BEIJOS me deu na vida.


Era ego maníaco entre os lençóis?
Não sei bem se entendo esta pergunta. Ele era SEMPRE ego maníaco, como qualquer pessoa que estivesse no seu lugar só poderia ser.

Tinha alguma taradice sexual?
Elvis era um amante certinho e nunca experimentei nada de esquisito com ele, nem sequer falava durante o ato sexual. Era um bom rapazinho Sulista que tinha uma moral muito própria que, a meu ver, até se revelava na cama e na forma como fazia amor.

Ele tinha alguma preferência cultural?
Não sei se entendi esta pergunta. Acho que ele gostava de mulheres de raça branca de cabelos escuros, mas nunca falámos nesse assunto, graças a Deus.

Ele tinha alguma parte preferida no corpo de uma mulher?
Acho que aquilo que Elvis mais gostava numa mulher era do rosto. Ele sempre disse que os olhos eram o espelho da alma e eu também acredito nisso. Ele adorava os olhos e disse que uma pessoa podia dizer imenso sobre outra pessoa pelos olhos dela. Fez-me muitos elogios aos meus olhos.

Tinha alguma preferência específica por lingerie?
Amava cuecas brancas. Uma vez contou-me uma história de quando ainda era pequeno e andou à luta com uma moça no relvado e lhe viu as cuecas brancas. Para ele ficou a ser um motivo de excitação desde essa altura e amava lingerie e cuecas brancas. Também gostava de camisas de dormir bonitas.



O que fazia ele logo após fazer sexo?
Depois do sexo Elvis era divertido e muito bem humorado. Normalmente ficávamos deitados na cama a conversar, ou com Elvis a exibir os seus novos brinquedos. Era como quase todas as pessoas, carinhoso, amoroso e atencioso. Nunca fumávamos.

Como é que acabou?
Cada um acabou por seguir com as suas vidas, pois a minha agenda não me permitia a liberdade de estar ao seu dispor sempre que me chamava. Com Elvis era tudo uma questão de timing e de disponibilidade quando ele queria ver uma pessoa. Ficamos amigos até ao fim, sempre através do Joe Esposito, que era o intermediário com quase todas as namoradas de Elvis.

Espero que tenha respondido às tuas perguntas. Namorei Elvis em 1970, 1971 e 1972, a partir daí ficámos apenas amigos. A última vez que vi Elvis foi em 1976, em Las Vegas. VIVERÁ PARA SEMPRE NO MEU CORAÇÃO! Beijinhos, Barbara Leigh.

O livro The King, McQueen and the Love Machine estará disponível em http://www.barbaraleigh.com/ (custa 25,00 dólares), onde poderá também comprar algumas fotos autografadas bastante interessantes.

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