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dezembro 31, 2017

Elvis a cada dia - 16 de outubro de 1954

16 outubro de 1954

Elvis aparece pela primeira vez no Louisiana Hayride, um espetáculo de rádio ao vivo de música country, difundido nas noites de Sábado, a partir de Shreveport, no Louisiana, através da Rádio KWKH. O programa é o principal concorrente do Grand Ole Opry, suportado por 190 estações em treze estados. Isto leva a apresentações regulares no Hayride e, em Novembro, Elvis assina um contrato anual para 52 apresentações nos Sábados à noite.
É uma excelente oportunidade, mas conforme a popularidade de Elvis vai crescendo, o seu compromisso com o Hayride impede-o de viajar muito para fora do Sul para expandir mais a sua carreira, a uma escala mais ampla. Durante a associação de Elvis com o Hayride, conhece o Coronel Tom Parker, um promotor e empresário ligado a vários espetáculos e ao Louisiana Hayride. Parker é também empresário de uma estrela de country, Hank Snow. Um cliente anterior de Parker tinha sido a estrela de country Eddy Arnold.

dezembro 24, 2017

As histórias de Elvis Presley e Kathy Westmoreland

A Primeira conversa

Enquanto estava ali sentada um pouco em estado de choque, lembro-me de muito pouco daquilo que Elvis falava com as jovens sentadas no chão, à frente dele. Estava preocupada em encontrar uma forma... graciosa de “me escapar”.

 

Reparei, no entanto, no interesse dele em saber quem eram, como eram as suas vidas, e depois regressei rapidamente à contemplação da minha situação desconfortável.

 

Se por acaso chegava a encontrar o olhar de algumas das moças, elas erguiam as sobrancelhas, o que lhes fazia aumentar os olhos e deparava-me com os seus sorrisos, o tipo de sorriso que indicava que estavam a tentar conter uma grande gargalhada. Uma das moças chegou a pôr a mão na boca, enquanto sustinha risinhos, e eu olhei para o lado de repente, para não causar um ataque de riso


Enquanto olhava para a área do bar, estavam lá um homem ou dois a servir bebidas a algumas pessoas. E depois, à minha frente pela porta principal, dois homens escoltaram para dentro duas beldades, que agregaram ao grupo sentado à frente de Elvis.


“Hum... é óbvio  possa se interessar. Pelo menos, é uma festa bastante sossegada,” pensei. E não do estereotipo de festa que se espera encontrar, vinda de um rock’n’roller. O braço de Elvis sobre o meu ombro esquerdo ficou mais pesado e ele apertou-me mais, enquanto os homens traziam estas moças para dentro.


“Oh, meu Deus! Como me meti nesta confusão!” gritei, por dentro. “Tenho de encontrar uma forma de sair daqui, mas ao mesmo tempo evitando envergonhá-lo,” pensei. (Já era demasiado tarde para evitar envergonhar-me a mim mesma, pois todas as moças sabiam que conversa tínhamos tido antes dele chegar).  A única pessoa que parecia não se aperceber do que se passava, era Elvis.


“Disseram-me que Elvis estava  fazendo uma reunião! E que fui convidada porque “Ele só quer conhecer-te como amiga!” Estava outra vez a recordar-me do convite que me tinha sido feito.

“Oh, meu Deus! Pensei que estavam todos convidados! E que diabo o fez pensar que eu seria o seu par? E ele é o motivo pelo qual o John não apareceu ou me telefonou? A lata dele, falar com o John sobre os nossos jantares, sobre a natureza da nossa amizade! E ele é casado! Por amor de Deus!”


Você quer  uma bebida fresca? Petiscos? Pepsi? Café ou chá? Qualquer coisa que queira, me diz, que vou  buscar pra você!” disse ele. Não consegui olhar para ele o tempo suficiente para dizer, “Não, obrigada. Estou bem.” Mas por dentro eu NÃO estava bem.


“Bem? Eu estou bem? Será que acabei mesmo de dizer aquilo?” A perna esquerda dele tinha estado cruzada sobre o seu joelho direito e a abanar nervosamente, tinha eu reparado, mas o que me deu espaço de manobra foi quando ele cruzou a perna direita sobre a esquerda e o tornozelo e bota dele... bem, bateram em mim.


“Desculpa,” riu ele, “nunca fui capaz de controlar isto,” disse ele e afastou-se, felizmente, um bocadinho de mim.


“Não faz mal, não me feriu,” repliquei ao mesmo tempo que calculava a distância entre as senhoras que me podia dar um espaço de escapatória.


Uma das moças olhou para a sua direita, enquanto se apertava um bocadinho para abrir um espacinho para mim, mas era óbvio que eu tinha de falar.

E assim... “Bem, gostei muito de estar aqui, mas preciso  ir embora,” murmurei para ele.
 

A reação imediata dele foi espantosa. Agarrou-me pela mão, puxando-me consigo enquanto se punha de pé rapidamente e se movimentou por entre as moças, fazendo com que o Mar Vermelho se abrisse depressa.


“Vem comigo, quero te mostrar uma coisa antes que vá embora!” O sorriso dele era enorme e tinha as sobrancelhas erguidas. Mas eu estava a pensar, bem... “pelo menos vou ficar mais perto da porta principal.” MAS NÃO.

 

 

(Continua) 





dezembro 18, 2017

Entrevista com James Burton


James burton foi o guitarista preferido de Elvis, neste entrevista James conta toda a sua trajetoria com o rei do rock.

 
Durante oito anos, de 1969 a 1977, James Burton foi o principal guitarrista de Elvis Presley, feito que o faz ser lenda para muitos fãs de rock and roll. E não foi só. Burton também tocou com Frank Sinatra, Jerry Lee Lewis, Bob Dylan e Chuck Berry e escreveu seu nome no Hall da Fama do Rock, em 2001. 

Com Elvis Presley, Burton gravou sucessos como Suspicious Minds, Burning Love, A Little Less Conversation e Always on my mind. O músico que aprendeu a tocar guitarra aos 13 anos diz que o rock ainda faz parte da sua vida. Quando atende o telefone, sua primeira palavra não é "alô", mas "rock and roll!". Direto da James Burton Foundation, espaço em Los Angeles que fundou para ensinar música a crianças carentes, localizado na Avenida Elvis Presley, em Shreveport, o guitarrista falou com exclusividade ao JT, por telefone.
O senhor ainda tem na memória a reação do público cada vez que Elvis subia ao palco?
Elvis é um ícone. O rei do rock. Todos os fãs o adoravam. Eles ficavam completamente loucos, batiam as mãos, gritavam e choravam muito. Em todas as centenas de apresentações que fizemos foi a mesma coisa. Lembro da maioria delas. É algo inesquecível.

Sua relação com Elvis era de amizade ou mais profissional?
Éramos bons amigos. Ele era um bom chefe e uma ótima pessoa. Fui seu guitarrista de 1969 até a sua morte. Sempre conversávamos por telefone, não importava em que lugar ele estivesse. Ele sempre foi muito acessível. 

O senhor já tocou com Rick Nelson, Frank Sinatra, Jerry Lee Lewis, The Mamas and the Papas, Bob Dylan, Les Paul, Chuck Berry... Algum deles foi mais importante do que Elvis?
Cada um foi importante. Eram todos ótimos músicos. Cada um fazia uma música diferente. Aprendi muito. É ótimo tocar com diferentes pessoas.

Elvis Presley tinha um comportamento complexo. Chegou a presenciar alguma de suas famosas mudanças de humor?
Nunca tive problemas com ele. Tanto no palco quanto nos bastidores ele sempre foi cortês. Existem pessoas diferentes com opiniões diferentes da sua. Mas, comigo, ele sempre foi um bom amigo. 

O senhor estava no palco, em 27 de setembro de 1974, em College Park, em Maryland. Os fãs dizem que este foi o pior show de Elvis Presley. É verdade?
Não acho. Cada um tem sua opinião. Todos os shows de Elvis eram memoráveis. Você pode pensar o que quiser, os fãs também. Cada um pensa de um jeito. Mas, para mim, o show foi bom. 

Quando Elvis morreu, o senhor estava com a banda em pleno vôo, a caminho de um show em Portland. Como foi a reação de vocês?
Ficamos chocados. Foi uma surpresa muito grande. Não pousamos em Portland. Voltamos para Pueblo, Colorado, para abastecer e seguir viagem para Memphis, para ficar com a família e acompanhar o velório.

Alguém chegou a imaginar que ele poderia morrer?
Foi uma surpresa incrível. Não tínhamos ideia que ele morreria. Não havia nenhuma indicação de que ele estava doente. Não sei se ele ia ao médico periodicamente. Eu era apenas o músico dele. Não sabia muitas coisas de sua vida particular. Quanto a isso ele era reservado. Eu vivia na Califórnia e ele em Memphis. Nos encontrávamos nos palcos, durante os shows.

Não perceberam que a saúde de Elvis estava se degradando?
Nunca percebemos isso. Tocamos juntos em centenas de shows, gravamos vários discos, sem que ele não apresentasse nenhum problema. Absolutamente nada. É por isso que sua morte foi uma surpresa para nós.

Seu primeiro sucesso foi "Susie Q", composta quando você tinha apenas 14 anos. Como é tocá-la ainda hoje?
Quando a compus, eu tocava em uma banda de blues. Essa música foi o começo do meu sucesso. Comecei a tocar guitarra com 13 anos e até hoje lembram de Susie Q.

Algum cover do Elvis Presley consegue imitá-lo com perfeição?
Sabe, eu conheço muitas dessas pessoas. Mas Elvis Presley é incomparável. Todos o imitam porque o admiram. Mas, lembre-se: só existe um Elvis. Podem falar e se vestir como ele, mas nunca serão iguais.

Acredita que hoje tem surgido poucos bons guitarristas-solo ?
Não sei. Eu sou um guitarrista solo, mas não posso falar pelos outros. Para os novatos eu diria: "pratique bastante e aprenda com os mais experientes." 

Como foi ter tido da imprensa mais reconhecimento do que o próprio Elvis quando lançaram o single "The Wonder of You", em 1970?
Acho que a imprensa gostou muito do meu solo, você não acha? Sei que é uma sensação maravilhosa. Eu sempre digo que minha música é uma bênção de Deus. Ele sempre foi o meu melhor professor. É Ele quem continua me ensinando. Quanto ao reconhecimento da crítica, fico honrado até hoje. 

O senhor é muito religioso?
Sou sim, frequento a igreja batista. Vivo com meu coração aberto a Deus, sempre converso com Ele. O momento mais importante da minha carreira é quando Deus assume o comando. Deus controla minha música, minha família e meu dia-a-dia.

Das lendas urbanas, a mais famosa é de que Elvis não morreu. 
Sim. Ele morreu, fui ao funeral. Escreva aí: "James Burton foi ao funeral do Elvis Presley e o viu morto." Foi uma tremenda perda. Na minha opinião, Elvis ainda vive nos nossos corações e no legado que ele deixou no mundo hoje. 

Elvis tinha noção de que estavam fazendo músicas que entrariam para a história?
Não conseguimos imaginar a dimensão daquilo que estávamos fazendo. Sabíamos que era uma coisa muito grande. Mas não dava para saber que aquelas músicas seriam importantes ainda hoje. Só percebemos que estamos escrevendo a história quando analisamos à distância. É o que eu percebo hoje. Quando estamos fazendo história, nós não percebemos.

É verdade que Elvis Presley teria pedido à CIA para proibir a entrada dos Beatles nos Estados Unidos?
Elvis gostava dos Beatles, e eu também. Quando eles vieram aos Estados Unidos, eu e Elvis fomos conhecê-los. O Elvis gostava da música deles. Não sei dessas coisas da CIA. Isso não é importante. A resposta para esta pergunta é que Elvis gostava dos Beatles e da música que eles faziam.

Elvis nunca foi um bom guitarrista. O senhor chegou a dar aulas para ele?
Não dei aulas para ele. Mas, realmente, ele nunca foi um sensacional guitarrista ou um excelente pianista. Elvis, no entanto, era um excepcional cantor. Assim como ele não tocava bem guitarra, eu não sou um excelente cantor. Sua performance no palco era inacreditável. Ele adorava guitarra, por isso, nos shows, durante os meus solos, ele olhava para o lado, dava um grande sorriso e trocávamos olhares. Tínhamos esta comunicação no palco pelo olhar. Ele adorava o que fazíamos. 

E quando Elvis Presley errava? Quais eram suas limitações?
Todos somos humanos. Minha resposta é: ninguém é perfeito, e Elvis também não é.

Elvis chegou a mencionar alguma vez se gostaria de tocar no Brasil?
Sim. No Brasil, no Japão, na Rússia, na China e na Austrália. Eu amo São Paulo. Já toquei aí. 

 Ainda fica nervoso quando sobe ao palco?
Nervoso, não. Excitado. É sempre uma oportunidade de conhecer novas pessoas, novos fãs. Isso é excitante.

Fonte: Felipe Cruz, Jornal da Tarde

dezembro 17, 2017

Elvis e o Karatê



A paixão de ELVIS pelas artes marciais começou durante o serviço militar na Alemanha e seu primeiro mestre foi o alemão Jurgen Seydel que era do SHOTOKAN e ELVIS tinha aulas em sua casa em Bad Nauheim. Durante suas férias (no exercito as férias eram remumeradas e de 30 dias), Elvis foi à Paris onde teve umas aulas particulares com o mestre Tetsugio Murakami ( um dos maiores mestres do Japão e que levou o Shotokan para a Europa).
ELVIS era um aluno muito aplicado e ficava horas treinando, muitas vezes com um outro soldado que se chamava Rex Mansfield.
Elvis teve muitos instrutores nesta arte e os mais famosos entre os fans são ED PARKER e KANG RHEE . ELVIS recebeu das mãos de Hank Slomanski seu "BLACK BELT" (FAIXA PRETA) , em 21 de julho de 1960. Com o mestre Kang Rhee ELVIS treinou de 1970 à 1974 e nestes treinamentos recebeu o apelido de Mr TIGER. 
Ele chegou a ser instrutor na Pasaryu Karate Association de Kang Rhee e iniciou vários alunos (as), alguns se constrangiam com a presença famosa, outros iam sòmente para ter aula com ELE , mas ELVIS levava tudo muito à sério e era super profissional. 
Em 1973 ELVIS passou a ser 7° Dan pelas mãos de Kang Rhee e fazia suas aulas com muita dedicação e fazendo apresentações para os demais alunos. 
No  DVD “ GLADIATORS” podemos vê-lo em ação, exatamente no dia 4 de julho de 1974 inclusive usando sapatos para o que Kang Rhee nos diz que, fazer aula de sapato não é permitido mas que abriu uma exceção para ELVIS neste dia ,já que ele havia feito uma micro cirurgia numa unha encravada e não poderia ficar descalço, para não haver contaminação, deixou que o dedicado aluno se mantivesse calçado. Também podemos ver um machucado em  sua mão direita e que foi feita por uma fan mais exaltada durante um show na tentativa de puxá-lo e para o que ELVIS não deu muita atenção, ate que inflamou e ele precisou tratar, nota-se um bandayd em algumas fotos.
Elvis recebeu o 8°dan no dia 16 de setembro de 1974, numa cerimônia privada, no Estúdio do Mestre Kang Rhee em Memphis, TN e tem um lugar especial no MARTIAL ARTS HALL OF FAME !

 

 



dezembro 12, 2017

Curiosidades

Em 8 de agosto de 1957 Elvis recebe uma bela convidada em Graceland,  Venetia Stevenson, atriz da Warner. Ela foi selecionada entre 4.000 participantes no concurso da revista "Popular Photography" como a "garota mais fotogênica do mundo". Ed Sullivan, juiz do concurso, depois a apresentou no seu programa. 

dezembro 10, 2017

Elvis falando sobre as criticas






Quando comecei a atuar ao vivo nas primeiras vezes, toda a gente se sentia feliz. Todos os jovens vinham e se divertiam, libertando imensa energia, sem ninguém se magoar. Foi assim durante mais ou menos dois anos. Continuei a cantar as canções que as pessoas gostavam e continuei a fazer o que sempre tinha feito sobre o palco.

Mas durante os últimos seis ou sete meses, tenho recebido criticas por parte de muitas pessoas por “me perder” nas minhas atuações, por cantar da forma que canto sobre o palco. Não consigo realmente entender. É a única coisa que posso dizer, é a única explicação que tenho.

   Tenho estado a fazer o mesmo desde que comecei a cantar ao vivo, durante pelo menos dois anos e meio, até agora. E tem sido apenas durante os últimos meses que tenho sentido as críticas. Por isso calculo que seja porque os meus discos ficaram mais conhecidos. Calculo que quanto mais famoso se é, mas criticas se recebe. Se ainda estivesse a atuar num Festival de Música qualquer em Memphis, ninguém iria se importar com o que eu fazia ou cantava. Mas agora, como conheço cada vez mais pessoas e canto cada vez em mais lugares com mais frequência, é uma história diferente.

Mas posso dizer uma coisa. Não faço quaisquer esquemas de movimentos para as canções que canto, como já ouvi algumas pessoas dizer. Canto como canto e ajo como ajo porque para mim é natural fazê-lo enquanto canto. Não o faria se achasse que não era a coisa mais adequada de se fazer, ou se achasse que prejudicava alguém com isso. Se achasse isso, fazia as malas, voltava para casa e nunca mais cantaria uma única nota.


dezembro 04, 2017

Loja Oficial Tudo Sobre Elvis

Oi amigos. Estou oficialmente lançando minha loja especializada somente em produtos de Elvis. Esses são os primeiros produtos - canecas personalizadas. Tenho três modelos. Enviamos para todo o Brasil.

Valor: R 34,00 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
• Material: Cerâmica classe Aaa
• Dimensões do produto: 8,5x10 cm
• Capacidade do produto: 325ml










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