OS MAIS FRESQUINHOS/OVER FRESHLY

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maio 24, 2015

500 miles




Informação:
500 Miles foi escrita por Hedy West. É uma balada famosa sobre um homem que está dolorosamente longe de casa e que se transforma num êxito de folk através da versão de Peter, Paul and Mary, no seu álbum de estreia em Nº 1, Peter, Paul and Mary (1962) e também através da versão do cantor de country Bobby Bare, que foi êxito no Top 10 em 1963. Em 1989 500 Miles regressou às tabelas (Nº 97) com a versão dos The Hooters, um quinteto de rock da Filadélfia, com um arranjo totalmente diferente. No entanto, rendições mais suaves, como a doThe Kingston Trio, aproxima-se mais do verdadeiro espírito da canção.

Elvis gravou esta canção em 1966, pensa-se que em Graceland
Letra:
 
If you miss the train I'm on
Se você perder o trem onde vou
You will know that I am gone

Você saberá que fui embora
You can hear the whistle blow a hundred miles

Você poderá ouvir o apito a cem milhas
A hundred miles, a hundred miles, a hundred miles, a hundred miles

A cem milhas, a cem milhas, a cem milhas
You can hear the whistle blow a hundred miles

Você poderá ouvir o som do apito
Lord I'm one, Lord I'm two, Lord I'm three, Lord I'm four

Senhor, eu estou a cem, Senhor eu estou a duzentas, Senhor eu estou a trezentas, Senhor eu estou a quatrocentas
Lord I'm five hundred miles away from home

Senhor eu estou a quinhentas milhas longe de casa
Away from home, away from home, away from home, away from home

Longe de casa, longe de casa longe de casa
Lord I'm five hundred miles away from home

Senhor eu estou a quinhentas milhas longe de casa
Not a shirt on my back, not a penny to my name

Sem uma camisa nas costas, sem um centavo para o meu nome
Lord I can't get back home this ole way

Senhor eu não posso voltar pra casa desse jeito
This ole way, this ole way, this ole way, this ole way

Desse jeito, desse jeito, desse jeito
Lord I can't get back
home this ole way
Senhor eu não posso voltar pra casa desse jeito

Onde foi lançada:
Primeiro lançada em In A Private Moment
 
LPs/CDs:
- In a Private Moment (2000) - FTD

maio 22, 2015

Frases de Elvis Presley

"Não há mais nenhum lugar no mundo onde podemos deixar de conduzir um caminhão e passar a conduzir um Cadillac da noite para o dia." - sobre o Sonho Americano.

"Para mim, a coisa mais linda do mundo é um bebé tão lindo como a mãe." - sobre a beleza.

"Elas vêm sempre primeiro... são a coisa mais preciosa do mundo. Um pai deveria fazer tudo ao seu alcance para dar a uma criança um sentido de família." - sobre as crianças.

"Só um homem morto é que não tem motivos para se preocupar." - sobre a compaixão.

"A morte é a coisa mais difícil para alguém aceitar, mas temos de aceitá-la, senão vivemos toda a vida  temendo-a." - sobre a morte.

"Não faz mal senti-lo, desde que não o demonstremos." - sobre o medo.

"Os amigos são pessoas com as quais podemos falar... mesmo sem palavras, se tiver de ser assim." - sobre os amigos.

"Deus é amor... uma presença amorosa para todos nós." - sobre Deus.

"A felicidade é saber que fizemos um bom trabalho, quer seja profissional ou algo por alguém." - sobre a felicidade.

"Cuidem bem dos vossos fãs e podem ter a certeza que eles cuidarão bem de vocês."
 
"Eu não era exatamente um James bond nos Filmes, mas também nunca ninguém pediu ao Sean Connery para cantar uma canção enquanto se esquiva das balas.”
 
“O dinheiro existe para ser espalhado, quanto mais felicidade ajudar a criar, mais valor tem.”
 
“Quando não se está apaixonado, não se está vivo.”
 
“Se eu tivesse dormido com todas as mulheres que as revistas dizem que dormi, já teria morrido há muito tempo.”

maio 21, 2015

Elvis Presley em 8 de janeiro de 1935 - biografia

8 de janeiro de 1935
Em Tupelo, no Mississippi, pouco antes do amanhecer, numa casinha de duas divisões construída pelo seu marido e cunhado, Gladys Presley dá à luz dois gêmeos idênticos. O primeiro, Jessie Garon, nasce morto. O segundo, Elvis Aaron, nasce com vida e saúde. 
Elvis viria a ser o filho único do casal.

maio 20, 2015

G.I Blues - Curiosidades sobre o filme



Depois de uma ante-estreia no Majestic Theatre em Dallas, em 18 de Agosto de 1960, G.I. Blues estreou nacionalmente em 23 de Novembro. Foi apresentado em muitos outros cinemas com Walk Tall, em que Willard Parker e Joyce Meadows eram os atores  principais. Antes de estrear nacionalmente, G.I. Blues foi projetado em várias bases militares.
  • O canal televisivo de Los Angeles, KTTV, planejava difundir a estreia no Fox Wilshire Theatre da cidade em 15 de Novembro de 1960, mas a difusão foi cancelada por causa da incapacidade de arranjar um tanque Sherman para a estreia.
  • A exibição especial, que era para recolher fundos para a Fundação dos Hemofílicos, teve cobertura na rádio. Entre as celebridades entrevistadas estiveram Juliet Prowse, Ronald Regan e César Romero.
  • A produção para G.I. Blues começou em 2 de Maio de 1960 e durou até finais de Junho. Todas as cenas de Elvis foram filmadas nos estúdios da Paramount. Uma equipa de filmagens foi enviada para a Alemanha Ocidental para passar várias semanas no local filmando paisagens que seriam depois incluídas como forma de dar ambiente ao filme.
  • Elvis ficou hospedado no Beverly Wilshire Hotel durante as filmagens. Originalmente, o personagem de Tulsa era chamado Tulsa McCauley. Foi mudado para Tulsa McLean pouco antes do início da produção. No entanto, muitas críticas  da época, bem como vários livros de referência publicados ao longo dos anos desde então, utilizam incorrectamente o nome original.
  • Durante as filmagens nos estúdios da Paramount, Elvis se fez de anfitrião ao Rei e Rainha do Nepal, Rei e Rainha da Tailândia e princesas da Suécia, Noruega e Dinamarca.
  • Na cena passada no duche da base, foram utilizados pedaços de madeira em vez de sabonetes para as cenas filmadas de longe. Para os grandes planos, utilizaram-se sabonetes verdadeiros.

março 13, 2014

Livro The Best of Elvis - A ESTAÇÃO PARA DAR Parte 5




Em 1961 Elvis atuou em Memphis para angariar dinheiro para organizações locais. No ano seguinte as suas obrigações de gravação e filmagens mantiveram-no ocupado para repetir o acontecimento. Em vez disso, enviou vários cheques às caridades que tinha beneficiado no ano anterior e acrescentou várias outras caridades à lista. Em 1962 ele doou 50.000 dólares a 50 associações. Elvis continuou a fazer estes donativos anuais com lealdade até à sua morte.
No início da sua carreira era o próprio Elvis que distribuía os donativos. Em dezembro de 1963, os representantes de 58 organizações reuniram-se no gabinete do Mayor na câmara da cidade. Até mesmo essas pessoas não resistiram a pedir-lhe o autógrafo e ele assinou os envelopes que continham os cheques. Naquele ano as organizações tinham algo especial para lhe dar, uma placa com 1,80m. Elvis brincou, “Santo Deus. É linda, mas talvez vá ter de fazer uma sala especialmente para guardar.” Foi o que acabou por fazer. Hoje, essa placa está na sala dos troféus em Graceland. Gravadas na placa estão os nomes de 50 organizações que Elvis ajudou.



Qualquer aparição de Elvis em público atraía os seus fãs e os órgãos de comunicação social. Ele acabaria por não fazer apresentações pessoais. Enviava as contribuições pelo correio ou pedia ao seu pai para ir entregá-las em seu nome. Um jornal de 1968 noticiou que Elvis tinha conduzido a sua limusine preta Lincoln até aos correios de Whitehaven e tinha enviado pelo correio 140 envelopes, todos endereçados a caridades.
Esse acontecimento anual fazia notícia, mas Elvis sentia que dar era um assunto pessoal. Pediu para que a quantia de dinheiro não fosse publicada. Os jornais noticiavam sempre a história com uma lista de organizações que Elvis ajudava. Quando as quantias de dinheiro não eram disponibilizadas, noticiavam as somas na ordem dos milhares. Às vezes diziam quais tinham sido as quantidades do ano anterior. Em 1968 difundiram as doações do ano de 1966, que tinham sido 105.000 dólares. Nem todas as organizações eram de Memphis. Muitas eram de Nevada com as quais Elvis se familiarizara durante os seus espetáculos em Las Vegas. Algumas eram da Califórnia. Outras do Arizona, Nebraska e South Dakota. Só podemos especular como Elvis se teria envolvido com todas elas.
Elvis abordava seus presentes anuais com a espontaneidade com que partilhava com a sua família e amigos. Considerava cada caridade e dava o que lhe apetecia. Tal como nunca gastamos a mesma quantia de dinheiro todos os Natais nas prendas compradas, Elvis variava sempre as quantias doadas. A lista também era modificada todos os anos. Muitos beneficiários recebiam algo de Elvis todos os anos. Alguns eram omitidos; outros eram acrescentados.
Elvis não tinha nenhuma caridade preferida. Dava a qualquer uma que lhe chamava a atenção. Quase como se tentasse cobrir todas as bases para obter um mundo melhor, Elvis ajudava quase todo o tipo de organização. Apoiava as pesquisas médicas para que pudéssemos ter um mundo livre de câncer, paralisia cerebral, distrofia muscular, e outras doenças debilitantes. Doava ao Exército de Salvação e a outras organizações semelhantes para que os sem-abrigo pudessem ter comida e uma cama quente. Ajudava o Elk’s Club, uma Liga Júnior, e numerosas outras associações orientadas a prestar serviços públicos.
Elvis tinha um fraquinho pelas crianças. Eram feitos donativos a muitos orfanatos e hospitais, numa tentativa de terminar com o sofrimento das crianças. Também ajudava clubes de rapazes, clubes de moças e YMCA’s para levar a recreação àqueles que só tinham as ruas para brincar.
Elvis não reconhecia fronteiras para as raças e religiões. Quando rapaz, tinha escutado e admirado os músicos negros de blues e gospel. Naqueles tempos de segregação e repressão sulista de negros, Elvis permaneceu intocado pelo racismo que existia à sua volta. Aceitava cada indivíduo conforme lhe ia aparecendo na vida. Lauderdale Courts, a casa de Elvis enquanto andou na escola secundária, ficava localizada perto do Pinch District, uma vizinhança predominantemente judaica. Elvis visitava com frequência a Jewish Neighborhood House, e até chegou a ter lá aulas de canto.
Muitas das organizações que Elvis ajudava tinham associações negras ou judias. Deu dinheiro à Orange Mound Day Nursery for Negroes (uma enfermaria para “pretos” - como era chamada na altura), à Jesse Mahan Day Care Center for Negro children (centro de dia para crianças negras) na Dixie Homes Area, à Abe Scharff Branc da YMCA para negros, ao Centro Comunitário de Judeus e à Academia Hebraica de Memphis. E doava praticamente a todas as denominações, quer fossem organizações Baptistas, Católicas ou Episcopais.
Hoje é muito difícil determinar a quantia de dinheiro que Elvis doava todos os dezembros. As organizações mantiveram registos incompletos e a informação que têm está guardada em sótãos e armários. É duvidoso que exista uma lista completa de beneficiários. Mas Elvis nunca intencionou que a lista completa de beneficiários ou a quantia de dinheiro doada fosse tornada pública. Os motivos que o levavam a dar eram superiores a um joguete publicitário ou a um desejo de ser conhecido por um bom rapaz.
Os seus donativos nem sequer eram declarados no seu IRS. Elvis explicou, “A alegria está em dar. Não quero voltar a receber o dinheiro.” Ele dava do coração. Quando cantou If I Can Dream (Se Posso Sonhar), desejava ter um mundo livre de dor e sofrimento. Elvis fazia mais do que sonhar acordado; ele agia. Naquele ano disse, “Sinto-me feliz por estar numa posição em que posso ajudar as organizações, nem que seja pouco. Acredito nas caridades e no que podem fazer pelas pessoas. Devíamos fazer mais para ajudar.”
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Livro - The Best of Elvis - A ESTAÇÃO PARA DAR 1

Livro - The Best of Elvis - A ESTAÇÃO PARA DAR 2

Livro The Best of Elvis - A estação para dar - 3

Livro The Best of Elvis - A estação para dar - 4

 



março 11, 2014

Elvis Presley lidera lista de autógrafos falsificados


Elvis Presley e os Beatles, sem dúvidas, foram grandes nomes da música mundial. Até hoje, eles fazem sucesso e movem fãs. Porém, tem gente se aproveitando disso.
O “Rei do Rock” e a banda britânica lideraram a lista de autógrafos de celebridades mais falsificados, segundo a empresa de autenticação PSA/DNA.
Os cantores estão na mesma lista divulgada há dois anos, com o ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy. Quem também está na lista é o astronauta Neil Armstrong, que ficou com a terceira posição.
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